Mostrar mensagens com a etiqueta Pessoas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pessoas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Inteligência Emocional e sucesso profissional

O que é que faz de alguém um profissional de sucesso? Ficaria surpreendido se disséssemos que, de acordo com estudos recentes, o êxito profissional só se encontra relacionado com o QI, no máximo, em 0.25%? E que 90% das diferenças entre as pessoas que atingem sucesso pessoal e profissional, se devem mais a questões relacionadas com aptidões comportamentais do que com o que aprenderam ao longo do percurso escolar?

O professor John Kotter da Universidade de Harvard apresentou, no livro "As Novas Regras", um estudo sobre este tema: acompanhou o desempenho de 115 ex-alunos, durante 20 anos. A conclusão foi que não existe uma relação direta entre as notas que tiveram na universidade e o sucesso profissional que alcançaram: os profissionais mais bem sucedidos foram aqueles com maior inteligência emocional, provando que esta tem maior impacto na realização pessoal e profissional, do que o quociente de inteligência, antes predominantemente considerado.

Existem diferentes tipos de inteligência e a razão e a emoção são igualmente importantes e devem equilibrar-se para garantir o sucesso da pessoa e da empresa. O QE - quociente emocional, medida da inteligência emocional - tem vindo a ser considerado cada vez mais importante.


O que é a inteligência emocional?

De acordo com Salovey e Mayer, a inteligência emocional é "a capacidade de perceber e exprimir a emoção, assimilá-la ao pensamento, compreender e raciocinar com ela, e saber regulá-la em si próprio e nos outros". Goleman, diz-nos que é "a capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e dos nossos relacionamentos". Se procurarmos outros autores, encontraremos outras definições, mas incidindo sempre na capacidade de compreender e controlar as nossas emoções e de sentir empatia com o outro.


É um conjunto de competências comportamentais que integra capacidades como o auto-conhecimento emocional, o controlo emocional, a auto-motivação, a empatia, o reconhecimento das próprias emoções e das emoções das outras pessoas, a capacidade de saber ouvir, de inspirar, de ser honesto, de trabalhar em grupo, de comunicar, de ser influente, de ter auto-confiança, de saber interagir saudavelmente... No fundo, simplificando, tem a ver com a capacidade de nos relacionarmos harmoniosamente, connosco e com os outros.


QE e sucesso empresarial

Não pretendemos dizer que o QI e a capacidade analítica dos colaboradores não são importantes. São. Mas, de acordo com estes estudos, é o QE que deve ser privilegiado: uma pessoa tecnicamente muito boa, mas mal-humorada, que deixa que os seus problemas pessoais afetem constantemente a performance profissional, que critica gratuitamente tudo e todos, é um elemento negativo, que prejudica o ambiente organizacional. E um bom ambiente é fundamental para a produtividade e para a motivação de uma equipa. Quantas vezes não acontece contratar uma pessoa pelas competências e despedi-la pelas atitudes?

Numa organização, a inteligência emocional permite uma melhor comunicação entre colaboradores, entre colaboradores e entidades externas (como clientes ou fornecedores), melhora a capacidade de resolução de conflitos e aumenta a motivação e o compromisso, estando diretamente relacionada com o sucesso da empresa.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Férias e trabalho: as duas faces da produtividade

Não existe uma relação direta entre férias e quebra de produtividade. Este mito foi vastamente espalhado e é constantemente mencionado, com base no senso comum e em opiniões.

No entanto, os especialistas em recursos humanos dizem exatamente o contrário: as férias são um investimento que se reflete na produtividade dos colaboradores, sendo representativas de um nível de desempenho igual ou superior ao esperado pela empresa.
 
Não parar para descansar, desligar, pensar em algo que não seja o trabalho é contra-producente. As pessoas ficam cansadas, enervadas, desmotivadas, menos felizes e mais suscetíveis de cometer erros. 


Tal como no caso dos atletas, o descanso é parte do treino. Ajuda a ter ideias, a encarar as situações com mais calma, a ter uma perspetiva mais objetiva do que é, ou não, prioritário. O descanso favorece a criatividade e a motivação, torna as pessoas mais expeditas, mais empenhadas e mais produtivas.
 
Para analisar as quebras de produtividade, vez de se falar das férias, deve falar-se do que acontece (ou não acontece!) quando se está a trabalhar. Como reuniões sem conclusões, mudanças de planos, pessoas que aparentemente trabalham mas apenas marcam presença (e cuja presença pode desmotivar os restantes colaboradores, que começam a não ver vantagens em esforçar-se), burocracias exageradas, projetos com início mas sem continuidade ou fim... Pois estes sim, são fatores apontados pelos especialistas como responsáveis pelo decréscimo da produtividade nas empresas.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Principais motivos por que as pessoas se demitem

Para ter sucesso, as empresas devem procurar ter e manter os profissionais mais aptos em cada função. A pessoa certa no lugar certo faz a diferença. E quando essa pessoa decide abandonar a empresa, com certeza que a diferença também se fará sentir.

Se, por um lado, as pessoas podem optar por mudar de emprego por motivos profissionais, como seguir o plano de carreira que pensaram para si mesmas, também optam por deixar o emprego por motivos emocionais. De acordo com um estudo efetuado pela Time Manager International, o principal motivo para alguém abandonar uma empresa é emocional: na Europa, mais de 70% das pessoas despedem-se porque não gostam do chefe.



De facto, ao contrário do que muitas vezes se pensa, embora o salário seja importante, não tem de ser acima da média para que o colaborador queira ficar na empresa. O ambiente, o sentimento que tem para com a empresa é que tem de ser de compromisso. Deve existir envolvimento, espírito de equipa e gosto em ir trabalhar.


Principais causas por que os colaboradores optam por sair da empresa:

1 - Falta de reconhecimento;
2 - Falta de autonomia;
3 - Chefias rudes, autoritárias e inacessíveis;
4 - Assédio moral (por parte de chefias e/ou de colegas com mais responsabilidades ou com mais anos de casa);
5 - Estagnação na carreira;
6 - Mau ambiente;
7 - Competição interna, injusta e/ou desleal;
8 - Falta de recetividade às suas ideias;
9 - Excesso de trabalho;
10 - Horário demasiado rígido;
11 - Falta de tempo para a vida pessoal;
12 - Atribuição de tarefas menores, alheias à sua função;
13 - Falta de benefícios, como subsídios, seguros...
14 - Salários injustos, quando comparando com o mercado.


Sintomas de que os colaboradores estão desmotivados:

1 - Cerca de 10% dos colaboradores procura emprego secretamente;
2 - Em conversas informais, 40% assume não sentir orgulho na empresa;
3 - Sensivelmente 80% das pessoas agem como se estivessem completamente indiferentes;
4 - Mais de 25% não sugere alterações à gestão, mas critica-a nos corredores e lança intrigas;
5 - 80% dos clientes que a empresa perde é por causa de um mau serviço e não de um mau produto;
6 - Apenas 20% dos colaboradores veste a camisola da empresa.


Como manter os bons profissionais na empresa?

Para que os colaboradores estejam comprometidos com os resultados da empresa, a palavra-chave é "confiança". Se não existir confiança, as pessoas não dão o seu melhor. Claus Moller, fundador da TMI diz que "gerir pessoas numa empresa é como treinar uma equipa de futebol (...) A gestão e o pessoal têm de ter um objetivo comum: serem os melhores. Só que, para as pessoas darem prioridade à empresa, devem sentir que os gestores as colocam em primeiro lugar e, para que tal aconteça, é necessário tocar-lhes no coração. Não se deve ensinar apenas as competências técnicas, mas também a motivação, a inspiração, a criatividade e a inovação.

Os novos trabalhadores não estão para aturar chefes que só lhes dêem ordens. Há que envolver-se os colaboradores nas decisões (...) só assim estarão motivados, serão inovadores e criativos". "Todos devem ser convidados a serem donos da empresa, para o bem e para o mal (...) tanto a gestão como os empregados devem sentir-se responsáveis pelos resultados das empresas. Como no futebol: todos são responsáveis pelo resultado da equipa. Os gestores têm que levantar o rabo da cadeira e trabalhar ao lado do pessoal".

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Integrar eficazmente um novo colaborador

Quando se admite um novo colaborador, é normal que exista ansiedade no sentido de ver os resultados decorrentes da contratação. No entanto, não pode esperar que uma pessoa que não conhece a empresa chegue e, no primeiro dia, comece a trabalhar produtivamente, sem conhecer o ambiente ou aquilo que é esperado de si. Uma boa integração é fundamental.

Assegure-se de que põe a pessoa a par do que a empresa faz, dos processos e procedimentos internos, do objetivo de cada departamento e da visão e da missão da empresa. Preocupe-se também em deixar claro o objetivo da pessoa dentro da empresa e lembre-se que são necessários cerca de 2 dias para que o novo colaborador se integre e comece a assumir plenamente as suas funções. Diga-lhe por onde começar para que este processo seja o mais imediato possível.



Não existem fórmulas mágicas, este processo é gradual e pode demorar mais ou menos tempo, consoante a personalidade das pessoas e a cultura da empresa. No entanto, há pequenos gestos que podem ajudar. Um deles é a entrega de um manual de boas-vindas.

Este documento pode ter diferentes estruturas, sendo da responsabilidade de cada empresa definir o que é que quer transmitir. Como sugestão, deixamos alguns tópicos de informação útil que poderá constar do mesmo:
  • Nota de boas-vindas;
  • Apresentação da empresa;
  • Visão e missão da organização;
  • Estratégia empresarial: onde estamos e para onde vamos;
  • Estrutura funcional (organograma) e missão dos departamentos;
  • Normas e Procedimentos (incluindo regras de sigilo profissional, horários...);
  • Direitos, deveres e benefícios do colaborador;
  • Informação financeira;
  • Informação sobre clientes e concorrência;
  • Política de Qualidade (se existir);
  • Anexos (documentação relevante, utilizada internamente).

segunda-feira, 26 de março de 2012

Turnover: um problema que sai caro!

A rotatividade de pessoal é um problema que pode passar despercebido nas empresas, mas que sai caro. Já não falando nos custos indiretos derivados, por exemplo, do cliente gostar especificamente de falar com "aquela" pessoa e ser este o motivo porque trabalha com a empresa, o custo de trocar um colaborador por outro pode chegar a 8 vezes o salário do mesmo (custos de rescisão do contrato, custos de recrutamento, de seleção, de formação, de adaptação do novo colaborador, as despesas variáveis, referentes a advogados ou outros...).

Assim, se a taxa de turnover for alta, deve ser efetuada uma análise do problema e tomadas medidas para a correção da mesma:

1 - Realize entrevistas com as pessoas que se demitem. Faça-o pessoalmente, converse com a pessoa e ouça a perspetiva de quem trabalhou na empresa e optou por sair;

2 - Compare os salários com os salários oferecidos pela concorrência, para evitar estar a formar profissionais que, quando tiverem experiência, vão trabalhar para outro lado;

3 - Dê a cada colaborador um plano individual de carreira (ou algo similar que dê às pessoas uma noção concreta das expectativas realistas que podem ter, até onde podem chegar na organização);

4 - Aposte na formação das pessoas, visando a evolução profissional das mesmas e consequente crescimento e auto-realização;

5 - Faça um balanço periódico do nível de realização profissional dos colaboradores;

6 - Esteja constantemente presente, como colega, como alguém com quem falar; não se distancie das pessoas que fazem a sua empresa;

7 - Esteja atento: procure ser consciente do clima existente na organização.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Como detetar a desmotivação?

Os resultados das empresas dependem, em larga escala, das pessoas que nelas trabalham. Quando as pessoas estão desmotivadas, a qualidade do serviço piora, a produtividade diminui, o cliente deixa de receber a atenção que merece e, claro, os resultados da empresa pioram.

 
Impõe-se assim a pertinente questão: quais são os sinais que indicam desmotivação?
 
1 - Presença constante de conflitos;
 
2 – Queda nos resultados (tanto individuais como das equipas);
 
3 - Índice acentuado de rotatividade dos colaboradores;
 
4 - Absenteísmo constante;
 
5 - Ausência de comunicação eficaz, mesmo entre membros da mesma equipa;
 
6 - Ambiente pesado;
 
7 - Relacionamento frágil e de pouca confiança entre líderes e liderados;
 
8 - Ausência de propostas que visem o desenvolvimento profissional das pessoas;
 
9 - Falta de estímulo para participar em atividades promovidas pela empresa;
 
10 - Profissionais habituados à zona de conforto e adversos a processos de mudança;

12 - Fortalecimento da "rádio corredor": os boatos valem mais do que as informações passadas pelos líderes, a confiança é diminuta (tanto em relação aos líderes, como às políticas da empresa);

13 – As pessoas não apresentam ideias novas: assumem que não serão levadas a sério, que haverá sempre qualquer entrave e que não serão reconhecidas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Como reconhecer um empreendedor?

Ser empreendedor não implica ter uma empresa. Empreendedores são pessoas que, independentemente de trabalharem por conta de outrem ou por conta própria, reúnem um determinado conjunto de características que as tornam profissionais de valor em qualquer empresa.

Tanto na próxima entrevista que fizer, como relativamente às pessoas que já trabalham consigo, tenha em atenção se, falando delas, responde afirmativamente às questões que se seguem. Podem ser pessoas em quem apostar!


1. Tem vontade de aprender continuamente?

O mercado está sempre a mudar, a tecnologia sempre a evoluir, as técnicas a ficar obsoletas, o cliente a querer coisas novas. Ser empreendedor implica empenho (e vontade) para evoluir e acompanhar as mudanças.


2. Está disposto a trabalhar muito?

O sucesso e o reconhecimento não caem do céu. Antes, há que trabalhar! Os empreendedores sabem disto e mexem-se para lá chegar.


3. Tem capacidade de decidir e de correr riscos calculados?

Ser empreender passa por ser capaz de antecipar problemas e oportunidades, tomar decisões e fazer as coisas acontecerem. Os empreendedores assumem a responsabilidade das suas decisões.


5. Quer continuar sempre a crescer?

Para um empreendedor, estagnar – por confortável que possa ser – não é opção. Dinamismo, persistência e resiliência são características fundamentais.


6. É proativo?

Os empreendedores procuram estar informados do que se passa e não têm receio de agir, mesmo que ninguém lhes tenha pedido, ou que a ação não conste das suas funções. Faz o que acha que é preciso fazer, visando sempre o melhor para a empresa.


7. Acha que pode mudar o mundo?

"Aqueles que são loucos ao ponto de achar que podem mudar o mundo são aqueles que o fazem"! Se a sua empresa precisa de uma volta de 180 graus, é uma pessoa com este espírito que deve procurar.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

8 Truques para melhorar a produtividade

Às vezes, parece que temos muita coisa para fazer, que não paramos o dia todos mas, ainda assim, parece que nada aparece feito. Existem muitas maneiras de melhorar a produtividade e cada pessoa sabe melhor do que ninguém qual o melhor método para si. No entanto, aqui ficam 8 medidas que poderão ajudar.




1 – Mantenha os arquivos organizados

A tendência é criar muitos documentos, muitas pastas e não saber onde está o quê. Se tiver uma organização lógica, sentir-se-á mais eficiente e saberá sempre onde procurar o documento que precisa.

2 – Escreva as tarefas que tem para fazer e atribua-lhes prioridades

A lista pode ser diária, semanal ou mensal, como se adaptar melhor à sua função, personalidade e aos projetos em curso.

3 – Não acumule pequenas tarefas

Se aparecer algo que demora menos de 3 minutos, faça-o assim que possível! Ficará com a sensação de que existem menos coisas pendentes e terá a cabeça mais livre para se dedicar a tarefas que exigem mais dedicação.

4 – Anote quando os assuntos ficam pendentes noutras pessoas

Para além de evitar esquecer-se dos projetos, sabe o motivo por que o projeto ficou pendente e com quem está.

5 – Aponte as boas ideias

Se tiver uma boa ideia para a qual não tem tempo, mas que também não deve desperdiçar, aponte-a. Mantenha a lista atualizada e, quando for oportuno, volte a avaliar essas ideias.

6 – Seja realista quanto ao tempo

Se for demasiado otimista em relação ao tempo que pensa ocupar com cada tarefa, corre o risco de se sentir frustrado, de defraudar as expectativas de outras pessoas e de não conseguir cumprir aquilo a que se propôs. Se estabelecer metas exequíveis, sente-se mais em controlo, evita o stress do atraso e até pode surpreender-se pela positiva.

7 – Seja rápido a decidir

Quando surge uma tarefa importante mas inesperada, decida rápido: resolver logo, delegar ou agendar uma data para a levar a cabo. Assim, não negligencia essas tarefas, mas também não deixa que prejudiquem a execução das restantes.

8 – Esqueça o multitasking

Quando começar algo, leve a tarefa até ao fim. Interromper constantemente e tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo, pode resultar em que muita coisa fique iniciada, mas poucas fiquem, efetivamente, concluídas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Os 5 mandamentos do espírito de equipa

"O problema não é o problema, o problema é a atitude em relação ao problema" (Kelly Young). As atitudes afetam a nossa forma de pensar, o nosso estado de espírito e o estado de espírito das pessoas que nos rodeiam.

Isto é especialmente relevante quando se é líder. Se o responsável por um grupo de pessoas anda sempre de trombas, não é de admirar que a equipa não ande propriamente feliz da vida. Mas isto aplica-se a toda a gente e não só aos líderes: cada um tem a capacidade de influenciar os outros. O mau humor pega-se. Felizmente, o bom humor também.

Uma atitude positiva reflete-se no ambiente de trabalho, na motivação, no empenho e nos resultados da empresa.




1 - Ninguém é menos profissional por RIR

Confraternizem e não tenham constrangimentos em rir. O ambiente de trabalho vai ficar mais descontraído.


2 - Fazer aos outros o que gostamos que nos façam a nós


Sejam disponíveis para os outros, preocupem-se, façam os outros saberem que contam com a ajuda de qualquer um dos membros da equipa, sempre que precisarem. 
 

3 - Procurar soluções

Ninguém é infalível ou perfeito. Quando algo correr mal assumam juntos o que aconteceu. Em equipa, chegam mais depressa à solução e isso é mais importante do que apontar dedos, ou não?


4 - Tentar sempre manter a calma
 
Quem estiver nervoso que vá dar uma volta, isole-se um pouco, respire fundo... O que for preciso para não descarregarem uns nos outros e dizerem algo que depois se arrependem.


5 – Otimismo e simpatia

Sorriam, partilhem as boas notícias, elogiem quem merece. Cada um deve procurar ser alguém de quem é bom estar perto!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Que características deve ter uma Força de Vendas?

A Força de Vendas é o meio de maior potencial para chegar ao cliente. Ela é, de cada vez que se encontra com um cliente, embaixadora da empresa, da sua cultura e dos seus valores. Porque tem contacto direto com o cliente, tem a possibilidade de o entender, de criar empatia, de criar soluções à medida e de fidelizar que mais nenhuma forma de comunicação consegue alcançar.


Para conseguir os melhores resultados, a Força de Vendas tem de ser possuidora de algumas características essenciais, no decurso da sua atividade:

•    Ambição – Tem de ser inato. Pergunte a um vendedor o que quer ser no futuro, quais as suas ambições. Se este hesitar e não mostrar grande ambição e determinação, não o contrate;

•    Capacidade Consultiva – A venda deve ser um passo natural de todo um processo. Se as necessidades do cliente estiverem devidamente detetadas e os benefícios da solução estiverem bem explícitos, a venda deverá surgir com naturalidade;

•    Visão Estratégica – A Força de Vendas trabalha para um objetivo e, para o alcançar, tem de ter uma estratégia bem definida;

•    Capacidade de Gestão – Gestão do tempo, do esforço, dos clientes, das encomendas, da equipa de trabalho. A Força de Vendas tem de saber gerir todas as vertentes da sua atividade;

•    Resiliência e Confiança – Só não falha quem não tenta. A Força de Vendas nunca desiste.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dar e receber: o que dar para receber o empenho e o compromisso das pessoas?

Não é por acaso que as melhores empresas para trabalhar costumam ser empresas bastante bem sucedidas: quando as pessoas gostam do trabalho, trabalham com mais vontade, são mais produtivas e a qualidade do trabalho é melhor.

Há que dar para receber. Neste caso, quer receber empenho, compromisso e um trabalho bem feito, de cada um dos seus colaboradores. Sabe o que deve dar para receber isto?


1 – Crescimento profissional

As pessoas precisam de evolução, ascensão e de realização, de fazer carreira e andar para a frente.


2 - Liberdade

Os bons profissionais só se mantêm em ambientes onde há liberdade. Ninguém gosta de normas e ordens que não entende. Avalie até que ponto cada um pode gerir o trabalho à sua maneira, sem prejudicar o trabalho. Assim, também sabe rapidamente quem sabe usar a liberdade responsavelmente e quem deve ser afastado da empresa.


3 - Justiça


Tratar as pessoas de maneira diferente, ter "preferidos", ter atitudes diferentes perante o mesmo erro, é meio caminho andado para ter uma equipa insatisfeita.


4 - Confiança na empresa


É necessário acreditar que a empresa está empenhada em fazer o que é certo, é ética, tem uma orientação e sabe para onde vai. Deve ser claro que os líderes estão preparados para esse cargo e que dão o exemplo.


5 - Bons líderes


A boa qualidade do ambiente de trabalho depende diretamente das pessoas que tomam as decisões (ver mais).


6 – Comunicação e espírito de equipa

Uma empresa em que nada é comunicado, mas tudo se sabe nos corredores, é propícia a conspirações, intrigas, mesquinhices e boatos. A comunicação na empresa deve ser transparente e toda a gente deve sentir que é parte da equipa, não que é alguém que anda ali, que sabe que vai acontecer qualquer coisa, mas não sabe o quê, nem porquê. Isto é especialmente importante em épocas de instabilidade, em que as pessoas temem pelos seus postos de trabalho.


7 – Recompensa e reconhecimento

Não estamos a falar de dinheiro. Claro que, se a pessoa receber muito pouco, não vai estar satisfeita. Mas o mais importante não é o salário, é o reconhecimento. De acordo com os estudos de RH, o salário é desmotivante se for muito baixo. Se for justo, deixa de ser uma preocupação. As pessoas motivam-se mais com um salário justo, numa equipa boa, integradas em projetos que a fazem crescer profissionalmente, que as desafiam e que dão prazer, do que quando têm um salário bastante alto, mas têm um mau ambiente de trabalho, nunca são reconhecidas por nada e não têm satisfação nenhuma naquilo que fazem.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

10 Atitudes que motivam a sua equipa

1 – Elogiar os trabalhos bem feitos;

2 – Ter tempo para a equipa;

3 –
Dar feedback das coisas que acontecem no departamento e na organização: envolver as pessoas, manter a equipa a par da estratégia da empresa, para onde se quer ir e qual a importância de cada um nesse processo;

4 –
Criar um bom ambiente, aberto, divertido, de confiança, em que todos estejam à vontade para sugerir novas ideias e iniciativas;

5 –
Não exagerar nas regras. Afinal, o importante é que cada um faça o seu trabalho bem e atempadamente;

6 –
Envolver a equipa nas decisões. Não usar frases cujo subtexto seja "para pensar estou cá eu". Toda a gente pode ter uma boa ideia e ninguém é mais que os outros só por ser "chefe". As pessoas têm cérebro e gostam que esse facto seja reconhecido!


7 –
Estimular o sentimento de pertença. Quando as pessoas sentem que a empresa também é delas, empenham-se mais, vestem a camisola;

8 –
Fazer uma parceria com cada uma das pessoas, oferecendo a oportunidade de crescer, de aprender, de fazer formações e de atingir objectivos pessoais e profissionais;

9 –
Celebrar os sucessos de todos e de cada um;

10 –
Recompensar os bons desempenhos.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Como fazer um brainstorming produtivo?

Que a inovação é um factor de diferenciação e de sucesso, já não é novidade. E a inovação vem de boas ideias, as quais podem vir de qualquer um. Daí a tendência crescente de realizar brainstormings nas empresas. No entanto, é fácil passar de uma reunião informal de troca de ideias a uma salganhada em que ninguém se entende e não se decide nada.

Então, como fazer um brainstoming produtivo?


Passe um briefing com antecedência


Convide as pessoas para o brainstorming com a devida antecedência e informe-as logo do que se trata: qual é a situação, o que é preciso resolver, onde se quer chegar. Isto permitirá que, até lá, as pessoas vão pensando no assunto e tendo ideias.

Interesse

Os envolvidos na reunião devem estar genuinamente interessados em chegar a uma solução para a questão que se põe. Ter interesse reflete-se em ter atenção, em estar empenhado no que se está a fazer e em motivar os outros. Debater um assunto com alguém que não quer saber é perder tempo e abrir portas para a crítica gratuita, o levantamento constante de problemas (em vez de soluções), para a desmotivação do resto da equipa e para o mau ambiente.

Organização


Os brainstomings podem ser propícios a que se "viaje" demais e se fuja do tema. E quanto mais criativas as pessoas envolvidas, mais fácil é acontecer isto. Às tantas, já se está a ter uma ideia brilhante, que também será para levar à prática, mas que não tem nada a ver com o motivo pelo qual se reuniram. Escolham um líder capaz de ouvir as pessoas, de deixá-las divagar e de ter essas tais ideias, mas que as chame de volta ao assunto que foram tratar.

Abertura

Para si e para os outros. Para si, na medida em que não deve conter-se no que respeita a dizer as suas ideias. Não faça uma triagem, apresente-as todas e deixe que as outras pessoas as complementem. Também não se apegue em demasia ao que pensou. É necessário ter abertura para ouvir os outros e aceitar que as ideias deles podem ser tão válidas como as suas.

Respeito

Não há ideias boas e ideias más. Há ideias que se adequam e ideias que (ainda) não têm cabimento. Há espaço para divagar, para imaginar, para voar alto. Não há espaço para gozar. Todos devem ser ouvidos até ao fim e não ser julgados. Uma ideia espatafúrdia pode ser o início de uma ideia genial. É importante que haja respeito e que toda a gente se sinta à vontade para dizer o que pensa, sem receio de ser alvo de chacota.

Complementaridade

Se fosse para pensar sozinho, não valia a pena estar com mais gente. Ninguém diz que a ideia final tem de ser de uma só pessoa. A ideia de um pode ser o início da ideia de outro. Devemos ouvir toda a gente, tentar entender o que tentam transmitir e aperfeiçoar a ideia.

Aponte as ideias que são sugeridas

Lá por não serem adequadas no momento, não quer dizer que não sejam mais tarde. Além disso, as ideias geram ideias e não existem ideias demais. Aproveite para rechear o banco de ideias da sua empresa.

Bom ambiente

É possível e mais produtivo fazer estas sessões num ambiente informal e descontraído. Principalmente, quando é para dar largar à criatividade. A reunião de brainstorming até pode decorrer num jantar entre colegas. Porque não?

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Colaboradores motivados, melhores negócios!

Quer fazer bons negócios? Não descure as pessoas.
 
Pessoas felizes, informadas, motivadas, são colaboradores empenhados, embaixadores da empresa.

Pessoas enervadas, angustiadas, assustadas são pessoas que têm mais dificuldade em manter os níveis de produtividade e que, inadvertidamente, podem transmitir esses sentimentos a outras pessoas, inclusive, ao cliente.

Há muito trabalho que pode fazer ao nível da motivação e da formação; cada caso é um caso e as necessidades variam de empresa para empresa.

Algo por onde começar e que seja comum a todas as empresas? Seja honesto e mantenha um canal aberto de comunicação com as pessoas. Manter as pessoas na ignorância é abrir a porta para a especulação e para os rumores.

 
 
As empresas são as pessoas que lá trabalham, elas fazem a diferença entre o sucesso e o fracasso, elas podem catapultar a empresa a um nível de excelência ou condená-la à mediocridade e estagnação.

Não esqueça: Quer fazer bons negócios? Não descure as pessoas.