quarta-feira, 26 de outubro de 2011

6 Passos para tornar a sua empresa mais competitiva

A medição da competitividade das empresas deve ser baseada em indicadores rigorosos e tangíveis, como são os indicadores financeiros, mas também por fatores de menor objetividade como sejam a perceção da qualidade de serviço ou o nível de satisfação dos clientes.

Basear o processo de decisão apenas nos indicadores económico-financeiros, pode significar passar ao lado das verdadeiras razões da depreciação deste ou daquele fator e correr o risco de apenas se entender o porquê da depressão nas vendas ou na rentabilidade quando estivermos a ser ultrapassados pela concorrência ou esquecidos pelo mercado.

Manter altos níveis de competitividade é trabalho árduo, trabalho de todos os dias, mas recuperar défices de competitividade é herculiano e representa, habitualmente, maiores investimentos.



1 – Melhore os processos de gestão

•    Todos os processos, tarefas e custos que não acrescentem valor ao serviço ou ao produto, devem ser eliminados logo que possível;
•    Nomear gestores sem lhes traçar objetivos com eles negociados ou sem lhes dar autonomia, é perder tempo. Delegue e responsabilize;
•    Sem pessoas não há empresas: faça os seus colaboradores sentirem-se parte do "Grande Plano" e explicite como também eles vão crescer com a empresa;
•    Um colaborador motivado vale muito. Não descanse enquanto houver um que não sinta orgulho no seu trabalho;
•    Os colaboradores não se motivam apenas com dinheiro, envolva-os, certifique-se que eles sabem que são importantes para a organização;
•    Incentive equipas multidisciplinares e ficará surpreendido com o que cada colaborador, cada líder de equipa, cada gestor, pode aprender com os restantes.


2 – Racionalize os processos de trabalho

•    Se não acrescentam valor, são processos para eliminar;
•    Se lhe parece que o processo A está bem conseguido, pense como pode ainda torná-lo melhor;
•    Peça aos colaboradores que digam como melhorariam os processos da empresa. São eles que executam as tarefas e discutem o que poderia ser feito de forma melhor, em casa ou no café. Porque não discuti-lo na empresa?


3 – Invista nas relações de cooperação com outras empresas

•    Nenhum homem é uma ilha. As empresas também não o são. Invista nos seus parceiros. Se os seus parceiros trabalharem melhor, isso será bom para todos;
•    A concorrência pode ser um entrave aos seus negócios ou pode constituir uma fonte de oportunidades. Não feche a porta a uma relação de cooperação só porque se trata de uma empresa concorrente;
•    O mercado nacional é pequeno e os desafios e as oportunidades no exterior são grandes. Se não consegue chegar ao mercado exterior sozinho, olhe à sua volta e procure empresas que queiram empreender em conjunto.


4 – Aposte na qualidade e na certificação

•    Se tem os meios e a vontade de certificar a sua empresa ou o seu produto, faça-o, mas certifique-se que a qualidade do que entrega não depende de uma Certificação, depende apenas da cultura empresarial.
      

5 – Esteja disponível para a inovação

•    A inovação faz-se todos os dias, desde que se aprenda a olhar para as coisas com vontade de as melhorar;
•    Aposte na criatividade e procure ser sempre diferente.


6 – Oriente a empresa para o cliente

•    Não há volta a dar, se precisa de vender, concentre-se em quem compra!

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Quem quer ser altamente eficaz?

"Somos o que, repetidamente, fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito" (Aristóteles). Mas quais são os hábitos que conduzem à excelência?

Stephen Covey responde a esta questão na obra "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes":


1 –Seja proativo

Faça mais do que esperam de si, e aja com auto-controlo e com base em escolhas conscientes, com propósitos e assentes em valores; recuse a ação reativa, baseada exclusivamente em sentimentos.


2 – Tenha objetivos

Antes de começar a andar, saiba para onde quer ir. Defina os seus objetivos e guie-se por eles. A criação mental deve vir antes da criação física. Antes de qualquer obra, há um projeto. Pessoas altamente eficazes não andam à deriva!


3 – Estabeleça prioridades

O que é mais importante deve vir primeiro. Tão simples como isto.


4 – Pense de forma "win/win"

Procure agir de modo a que as suas ações não visem benefícios apenas para si, mas para toda a gente com quem interage. O autor diz que, para agir assim, é necessário ter coragem, uma vez que a outra parte pode não estar a pensar da mesma forma. Diz-nos também que não existe alternativa ao win-win. Ou é assim, ou vale mais não ser.


5 – Ouça

Por norma, as pessoas têm necessidade de ser compreendidas e só depois procuram compreender. Inverta isto. Seja um bom ouvinte. Ponha-se no lugar do outro, seja empático, conheça a forma como o outro vê o mundo. Só assim poderá comunicar.


6 – Crie sinergias

Só se consegue chegar a este passo depois de praticar os 5 anteriores. Criar sinergias implica investir nas relações, de forma benéfica para todos, sabendo ouvir, e cooperando para a obtenção de um objetivo maior.


7 – Cuide de si

De vez em quando, pare! O único "instrumento" que precisa para cumprir o que até aqui foi dito, é você. Preserve-se. Descanse, dedique tempo a si mesmo. Se se esgotar, não consegue fazer nada. Uma pessoa que se sente bem, é uma pessoa mais motivada.