sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Dar e receber: o que dar para receber o empenho e o compromisso das pessoas?

Não é por acaso que as melhores empresas para trabalhar costumam ser empresas bastante bem sucedidas: quando as pessoas gostam do trabalho, trabalham com mais vontade, são mais produtivas e a qualidade do trabalho é melhor.

Há que dar para receber. Neste caso, quer receber empenho, compromisso e um trabalho bem feito, de cada um dos seus colaboradores. Sabe o que deve dar para receber isto?


1 – Crescimento profissional

As pessoas precisam de evolução, ascensão e de realização, de fazer carreira e andar para a frente.


2 - Liberdade

Os bons profissionais só se mantêm em ambientes onde há liberdade. Ninguém gosta de normas e ordens que não entende. Avalie até que ponto cada um pode gerir o trabalho à sua maneira, sem prejudicar o trabalho. Assim, também sabe rapidamente quem sabe usar a liberdade responsavelmente e quem deve ser afastado da empresa.


3 - Justiça


Tratar as pessoas de maneira diferente, ter "preferidos", ter atitudes diferentes perante o mesmo erro, é meio caminho andado para ter uma equipa insatisfeita.


4 - Confiança na empresa


É necessário acreditar que a empresa está empenhada em fazer o que é certo, é ética, tem uma orientação e sabe para onde vai. Deve ser claro que os líderes estão preparados para esse cargo e que dão o exemplo.


5 - Bons líderes


A boa qualidade do ambiente de trabalho depende diretamente das pessoas que tomam as decisões (ver mais).


6 – Comunicação e espírito de equipa

Uma empresa em que nada é comunicado, mas tudo se sabe nos corredores, é propícia a conspirações, intrigas, mesquinhices e boatos. A comunicação na empresa deve ser transparente e toda a gente deve sentir que é parte da equipa, não que é alguém que anda ali, que sabe que vai acontecer qualquer coisa, mas não sabe o quê, nem porquê. Isto é especialmente importante em épocas de instabilidade, em que as pessoas temem pelos seus postos de trabalho.


7 – Recompensa e reconhecimento

Não estamos a falar de dinheiro. Claro que, se a pessoa receber muito pouco, não vai estar satisfeita. Mas o mais importante não é o salário, é o reconhecimento. De acordo com os estudos de RH, o salário é desmotivante se for muito baixo. Se for justo, deixa de ser uma preocupação. As pessoas motivam-se mais com um salário justo, numa equipa boa, integradas em projetos que a fazem crescer profissionalmente, que as desafiam e que dão prazer, do que quando têm um salário bastante alto, mas têm um mau ambiente de trabalho, nunca são reconhecidas por nada e não têm satisfação nenhuma naquilo que fazem.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Parcerias que beneficiam o seu negócio: como escolhê-las?

Fazer uma parceria é conseguir vantagem. É poder dar mais soluções aos seus clientes sem deter, necessariamente, as competências requeridas ou os custos de produção inerentes à área complementar que está a oferecer, é dar dinheiro a ganhar a outra empresa e receber novos contactos e novos negócios provenientes da mesma. Ganha a sua empresa, ganha a empresa sua parceira e ganha o seu cliente.

Claro que também existem parcerias que não correm bem. Nem podem correr se, por exemplo, uma das partes apenas quiser aproveitar-se do bem que a outra lhe pode fazer, sem contribuir na mesma moeda. As parcerias têm de ser efetivas. Dar mais força a cada uma das partes envolvidas. Ser win-win.

 
Escolha empresas de áreas complementares

Fazer uma parceria com uma empresa que faz exatamente o mesmo que a sua, pode funcionar. Mas é difícil. O mesmo com as parcerias celebradas entre empresas cuja área de atividade não tem nada a ver com a da empresa parceira. Acabam por "morrer" sem nunca serem devidamente dinamizadas. As parcerias mais produtivas e de maior sucesso são as que são realizadas entre empresas de áreas complementares. Oficinas e seguradoras, lojas de brinquedos pedagógicos e centros de ATL… Empresas que partilhem o target, que possam divulgar os serviços uma da outra, serviços estes, benéficos para os seus próprios clientes, mas que não façam concorrência entre si.


Conheça bem o negócio, forças e fraquezas do seu potencial parceiro

Passa a ser parte do seu negócio e passam a ser as suas forças e fraquezas. Tem de estar consciente destes pontos para poder comunicar ao seu cliente os benefícios do produto ou serviço que lhe oferece através da empresa parceira, para saber quando está a nadar para fora de pé, oferecendo o que não existe (quem fica mal é o cliente), e para ajudar o seu parceiro a suprimir as fraquezas que tenha, tal como ele fará consigo. Se os pontos fracos forem muito graves, como um péssimo serviço ao cliente, não se meta nisso! Afinal, é para essa empresa que vai estar a encaminhar os seus clientes.


Compreendam as expectativas um do outro

Para uma parceria ter pernas para andar, ambas as partes têm de estar cientes do que querem e do que podem ou não esperar da outra. Só após ter este conhecimento e se chegar à conclusão que, efetivamente, a parceria compensará e é algo em que apostar. As empresas têm de acrescentar valor ao negócio uma da outra.


Avalie a capacidade de trabalho conjunto

Entre parceiros, deve haver transparência e plena confiança. No trabalho, no produto ou serviço, na forma como tratam os clientes, na procura de soluções para problemas que possam aparecer, na definição de metas conjuntas e na melhoria do negócio de ambas as empresas. Embora noutro espaço físico, a empresa parceira deve funcionar como uma parte da sua empresa. Como o departamento que trata "daquela" área do negócio.