segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Quer vencer a crise? Aposte no Marketing!

Em 2012 é importante ter cautela com os investimentos que se fazem e, também, com os que não se fazem: investir em marketing deve ser um fator chave da sua empresa neste novo ano que iniciou.


O Marketing traz-lhe negócios

Conhecer bem o mercado, apostar na dinamização do mesmo e fazer o nome da sua empresa chegar a quem possa ter interesse nos seus produtos ou serviços é preparar o terreno para novos negócios, tanto com novos clientes, como com os atuais. É imperativo manter e, se possível, aumentar a quota de mercado da sua empresa.


A perda de uns é o ganho de outros

Se é verdade que todos os dias fecham empresas, também é verdade que todos os dias há novos clientes, desamparados, que precisam que uma nova empresa os auxilie. No entanto, só a irão procurar se já tiverem ouvido falar dela ou alguém de confiança deles a tiver referenciado. Já é quase senso comum que onde há crise há oportunidade. Contudo, poucos se põem do lado dos que aproveitam as oportunidades.


Clientes satisfeitos não são clientes fidelizados

Um cliente pode estar muito satisfeito com o serviço da sua empresa e também ficar satisfeito com o serviço de outra. Um cliente fidelizado, veste a "camisola" e, dificilmente, procura outra empresa fornecedora. Em contextos económicos difíceis, todos procuramos mais afincadamenta a melhor relação custo / benefício e mudamos de fornecedores com relativa facilidade. Resposta a dar a isto? Recorra ao marketing e fidelize os seus clientes.


Lições do passado

Os estudos mostram que as empresas que investiram em publicidade durante as recessões foram as que se saíram melhor quando o motor da economia voltou a trabalhar: a consultora McKinsey analisou a atuação de 1000 empresas durante o período entre 1982 e 1999, que compreendeu três grandes crises. A constatação foi que apenas as empresas que mantiveram ou aumentaram os investimentos em marketing aumentaram os lucros na fase que se seguiu. Outro estudo, da London Business School, obteve um resultado semelhante: as empresas que realizaram cortes em comunicação e marketing levaram mais tempo a recuperar as vendas e o lucro no fim da recessão. Ainda outro trabalho sobre o tema, desenvolvido pelo consultor Tony Hillier durante a crise que se iniciou em 1991, consistiu em avaliar as estratégias de marketing de 1000 empresas: as empresas que aumentaram os investimentos em comunicação e marketing tiveram, em média, lucros 4,3% maiores do que antes da crise; as empresas que aumentaram os orçamentos de marketing nos períodos de recessão ganharam quota de mercado quase três vezes mais depressa do que as empresas que cortaram verbas.


2 Mitos a esquecer

Mito 1 - O mercado está parado

Não está. A escolha a fazer é: "quero estar do lado dos que choram ou dos que vendem lenços"? Enquanto algumas pessoas se lamentam do preço das coisas, outras ouvem-nas e criam gamas de produtos low cost. Claro que isto é apenas um exemplo, mas o princípio fundamental está lá: o mercado não parou, mudou. Conhecer as novas necessidades e expectativas e responder-lhes é abrir caminho à sua empresa.


Mito 2 - O Marketing sai caro

Cada empresa é uma empresa e o que se adapta a uma não se adapta a outra. A estratégia de marketing deve ser delineada considerando as possibilidades e especificidades de cada organização. Antes, importa saber onde se está, que questões há a resolver e para onde se quer ir. Depois é que deve definir-se a estratégia a seguir, evitando disparar em direções que não interessam. Felizmente, as estratégias mais direcionadas são também as menos onerosas e mais facilmente mensuráveis, representando a aposta de maior segurança: aposte em força no CRM e no marketing direto, meça periodicamente os resultados obtidos e proceda aos ajustes necessários.


Sente que os esforços que a sua empresa faz ao nível do marketing são infrutíferos? Tem dificuldade em conhecer a sua quota de mercado? Quer aumentar o número de clientes que procuram a sua empresa? Nós podemos ajudar. Fale connosco!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Facilite a vida ao cliente!

A pressa, o stress, a rapidez com que tudo muda, as coisas que cada pessoa tem de tratar, a quantidade de empresas que oferecem o mesmo tipo de produto ou serviço que a sua empresa oferece, o pouco tempo disponível (seu e do cliente), são fatores que deve considerar na sua estratégia de relacionamento com o cliente.


Disponibilize vários canais de comunicação

Skype, e-mail, telefone, telemóvel, formulários de contacto no website, botões call to action, e-mails preechidos com informação pré-definida... O que melhor se adaptar à sua área de negócio, oferecendo ao cliente diversas possibilidades de comunicação, para que seja o cliente a escolher a que lhe é mais prática e imediata: cada cliente é um cliente e se há quem prefira ser contactado por e-mail e não queira despender tempo em reuniões, também há quem considere o e-mail impessoal e queira falar pessoalmente. Conheça cada cliente e trate-o na sua singularidade.


Treine a empatia

Tente sempre por-se no lugar do cliente. Por exemplo, imagine que está com um problema, apressa-se a telefonar a quem o pode resolver e, porque liga às 18:01 e a empresa fornecedora encerra às 18:00, já ninguém o atende. Vai a correr para apanhar uma loja aberta, quando chega estão mesmo a fechar a porta e já não o atendem. Tem uma reclamação a fazer, algo que até se resolve com bastante simplicidade e, em vez de lhe resolverem o problema, ouve um maravilhoso "as normas da empresa não o permitem". Má vontade! Com certeza, não ficará impressionado com a atenção que lhe dedicaram. O mesmo pensam os seus clientes. Compreenda-os, seja flexível, e faça o que estiver ao seu alcance para encontrar a melhor solução. A primeira regra de todas deve ser manter o cliente satisfeito.


Ofereça informação

Aposte no content marketing mapping e tenha preparada a informação que cada cliente ou potencial cliente poderá precisar. Com o pouco tempo que a maioria das pessoas tem disponível, fazer um primeiro contacto (por telefone ou por e-mail) e esperar que seja o cliente a investigar melhor o que é que você faz e que vantagens e benefícios representa para ele, é desperdiçar tempo. Ofereça-lhe essa informação. Ambos poupam tempo, o cliente tende a dedicar-lhe mais atenção e o processo de decisão torna-se mais célere.


Seja (mais) disponível

Os clientes contam que seja um parceiro de negócio e não um mero fornecedor. Alguém célere a resolver as situações e a quem podem ligar quando precisarem, independentemente de horários ou dias da semana, alguém que assume os seus problemas e tenta resolvê-los rapidamente. Alguém que partilha do sentimento de urgência quando este surge. Ao contrário do que possa esperar, a maior parte dos clientes só ligarão em horas menos comuns se realmente precisarem. E valorizarão muito a sua disponibilidade. Tem 2 grandes vantagens em ser mais disponível: (1) contribui para a fidelização dos clientes que já tem; (2) em novas leads de negócio, ganha vantagem competitiva em relação às empresas com tempo de resposta mais longo: no mercado dos rápidos, a vantagem está do lado de quem responde primeiro.


O Lean24 é o serviço pensado para as empresas mais dinâmicas, cujos negócios nunca param. Estamos sempre disponíveis. Fale connosco e saiba mais!