segunda-feira, 12 de março de 2012

6 Passos para ALCANÇAR os seus objetivos

Para alcançar o que quer que seja, o essencial é ter objetivos. Isto aplica-se tanto no caso das organizações como a nível pessoal. Defini-los é o primeiro passo para realizar os nossos desejos, ideias e sonhos, temos é de avaliar se os objetivos que temos são SMART e se temos capacidade de os concretizar. Se a resposta a uma destas questões for negativa, o melhor é arranjar objetivos novos, sob pena de só conseguirmos ficar frustrados.



1 - Saiba que os obstáculos fazem parte

Tenha uma boa estratégia, saiba que é normal que existam avanços e recuos e conte que, ao longo do caminho, vão surgir obstáculos inesperados que poderão fazer parecer que a meta é impossível. Nesse ponto, a única coisa que conta é a atitude: se o que vai fazer é baixar os braços e desistir, não vale a pena começar.


2 - Escreva os seus objetivos

Uma ação simples mas comprovadamente eficaz, é escrever os objetivos que temos. Sejam pessoais ou profissionais, o facto de os escrever, de definir os passos a dar e o tempo de realização dos mesmos, aumenta consideravelmente as hipóteses de sucesso. Faça um cronograma, um plano de trabalho ou, simplesmente, aproveite um momento em que se sinta empenhado e escreva. Escreva os "quês", os "porquês", os "quandos"... Tudo o que achar que deve, para ter uma fonte de motivação que possa ler sempre que precisar de se relembrar.


3 - Conte com os outros (e aos outros!)

É possível que precise de apoio e não teve ter receio de o procurar. Seja uma pessoa / empresa parceira com mais experiência na área, um amigo, um professor, um sócio... procure um exemplo que o possa guiar ou, se for o caso, alguém a quem contar os seus objetivos. Para além de ser melhor dividir as vitórias com alguém, dizem os especialistas que, ao fazer isto, se torna mais fácil consegui-las, estamos a usar a "pressão social" de uma forma positiva: contando a alguém o que vamos fazer, sentimos mais necessidade de não falhar e esforçamo-nos mais no cumprimento daquilo a que nos propomos.


4 - Não decida, aja!

Decidir uma coisa não é o mesmo que fazê-la. Len Rogers disse que "O importante não é o que se pensa fazer, mas o que se faz a respeito do que se pensa". Objetivos sem ação não valem nada, não passam de intenções e ideias que ficam pelo caminho. Se é verdade que a maior parte dos erros que cometemos na vida não se devem a decisões erradas, mas a indecisões, também é verdade que, por si só, uma decisão não vale nada. É a tal questão: "5 sapos estão num tronco de árvore e 4 decidem saltar. Quantos ficam na árvore?... 5! Os que decidiram saltar, limitaram-se a decidir, nenhum saltou!"


5 - Avalie se está comprometido com os seus objetivos

Cada um de nós deve ser o maior cobrador de si mesmo, sabendo que as pessoas com maiores probabilidades de ter sucesso são as que têm uma mentalidade vencedora. Está pronto para enfrentar mudanças? Sente que é capaz de ir até onde quer? Dispõe dos recursos que possa necessitar? Tem capacidade para se concentrar no objetivo, sem esmorecer à primeira dificuldade? Consegue "ir pensando nas grandes coisas enquanto faz as pequenas, para que todas caminhem na direção certa"? Um exemplo: a alpinista Rebecca Stevens decidiu escalar o Everest e fê-lo. E isto implicou muita força, perseverança e uma longa preparação, durante a qual nunca esqueceu o porquê de tanto treino, nunca desviou o foco do objetivo. Pense: até que ponto está disposto a investir no seu projeto?


6 - Mexa-se!

Se tem objetivos exequíveis e claros, sabe os passos para lá chegar, é capaz de o fazer e está disposto a empenhar-se verdadeiramente em agir, de que é que está à espera? O tempo não para, a concorrência não espera e, quanto mais depressa começar, mais rapidamente começará a beneficiar dos resultados, a gozar da satisfação que a realização traz.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Use as críticas em benefício do seu negócio!



Espírito crítico, capacidade de auto-observação objetiva, assumir que não fazemos tudo bem, que há pontos a melhorar, que há pontos que, segundo o cliente (que é quem importa), são MAUS e que devem ser modificados ou eliminados, é sempre importante. Mas, mais ainda, em alturas de conjuntura económica difícil.

Pormo-nos no lugar do cliente parece simples. Mas não é. Questionários de satisfação não chegam, é preciso proximidade. É preciso incentivar o cliente a dizer o que não gosta. É preciso ouvir os colaboradores que lidam com os clientes e que os conhecem melhor. Para além da perspetiva que os colaboradores podem transmitir acerca do cliente, é importante conhecer a sua própria perspetiva. A empresa funciona bem? O que está mal? Onde se perde tempo? O ambiente é tão bom como parece? Gostam de lá trabalhar? Como poderiam melhorar?

Também parece muito simples levar estas questões à prática, mas também não é! A maior parte dos clientes mais depressa se cala do que conta o que não lhes agrada. Os colaboradores temem dizer o que acham que está mal, sob pena de desagradar, de serem repreendidos ou mal interpretados e, posteriormente, penalizados de alguma maneira. 

De acordo com a nossa experiência, é comum que a imagem que os administradores têm das empresas corresponda, exatamente, a uma imagem (e não à realidade). 

Inverter isto implica uma mudança de mentalidade, um processo de re-aculturação empresarial, visando deixar as pessoas à vontade para contarem o que se passa, darem ideias e sugestões (muitas vezes, com o tempo, deixam de o fazer por acharem que não vale a pena). Implica incutir na empresa que, quem devem agradar é o cliente, e não o "patrão". E, para funcionar, isto tem de vir de cima. O administrador deve querer conhecer a realidade e estar disposto a lidar com opiniões negativas acerca do que se faz na empresa, com uma atitude de abertura e recetividade e não, como tantas vezes se vê, com tantas justificações prontas que, no fim, nenhuma crítica é aceite e tudo fica na mesma.