segunda-feira, 14 de maio de 2012

10 Dicas para se tornar um profissional (mais) apetecível

Se o "normal" já foi ter um emprego para a vida, agora o mercado de trabalho caracteriza-se pela volatilidade. Perante esta realidade, os especialistas em marketing pessoal aconselham: acrescente-se valor!

Veja-se como produto, empresa e marca, simultaneamente. Ao investir em si, traz benefícios para a organização em que trabalha e aumenta as possibilidades de ser promovido e de construir a carreira que deseja.
 

Como se faz isto? Marketing pessoal não é andar por aí a falar de nós mesmos como se fossemos muito bons! É mostrar que realmente o somos, tanto a nível pessoal, como profissional, da forma mais honesta possível. Se divulgar uma embalagem vazia, o "cliente" vai perceber que está a ser enganado.

O que deve fazer para se tornar um profissional mais apetecível?


1 – Preocupe-se com o trabalho que faz

Por muito que possa dizer, a qualidade do trabalho apresentado fala mais alto. Isto tanto o vai ajudar a crescer na empresa onde está, como, se mudar, a obter boas referências dos sítios por onde passou.


2 – Relacione-se com as outras pessoas

Só assim pode crescer pessoal e profissionalmente, enquanto cria uma rede interessante de contactos profissionais e, porque não, pessoais? Fomentar um bom ambiente de trabalho (que ajuda à produtividade da empresa), faz de si uma mais-valia.


3 – Seja prestável e positivo

A forma como lidamos com os outros diz muito de quem somos. Não são raras as pessoas que são contratadas pelas competências e despedidas pelas atitudes. E as atitudes são contagiosas, tanto as positivas, como as negativas. Seja um portador da atitude positiva!


4 – Seja proativo

Se sabe o que é preciso fazer e sabe fazê-lo, está à espera do quê?


5 – Inove

Tudo muda e nós também o devemos fazer. Caso contrário, corre o risco de ficar ao "sempre foi assim". A capacidade de não se acomodar, de procurar novos métodos e soluções, de inovar, transforma-o numa vantagem. Para si e para as empresas.


6 – Motive-se

O momento certo não aparece do nada. Se calhar, nem sequer existe. Não espere, aja! Faça acontecer. Recorra a pensamentos que o façam sentir bem, tenha ideias e concretize-as. Vai sentir-se bem por ver as coisas feitas. A motivação traz realização e a realização traz motivação.


7 – Discipline-se

É verdade que é importante fazer aquilo de que gostamos, no entanto, por vezes temos de fazer coisas que gostamos menos. É mesmo assim. Faça o que tem de ser feito.


8 – Comprometa-se com a ação

Defina onde quer chegar, não deixe o seu plano de carreira nas mãos dos outros. Se necessário, escreva-o. Visualizar ajuda a concretizar. Saiba o que quer e avance nesse sentido. Isto pode implicar arriscar, mudar ou deixar algo para trás. Se não mudar nada, nada mudará para si. Está comprometido com o que quer alcançar? Aja.


9 – Mantenha o seu CV atualizado

Por si. Para avaliar o percurso que já fez, o que adquiriu em cada experiência. Para se lembrar do profissional que é e das competências que tem. Para identificar os pontos fortes e fracos e poder trabalhar estes últimos. Para ser mais fácil valorizar-se. Analise-o friamente, como se fosse um diretor de Recursos Humanos e pergunte-se: "este CV reflete quem eu sou? Mostra o meu empenho em melhorar e aprender continuamente? Espelha o que já alcancei? Demonstra o que sou capaz de fazer?"


10 - Não descure a imagem

A imagem não é tudo, mas conta. Se quer ser visto como um profissional, tem de se mostrar como um profissional. Como se costuma dizer: "não se vista de acordo com o emprego que tem; vista-se de acordo com o emprego que quer ter".

quarta-feira, 9 de maio de 2012

5 Tipos de clientes que não valem a pena

É importante ter clientes e, mais do que satisfazê-los, fidelizá-los. No entanto, há clientes que representam despesa, que dão mais trabalho do que retorno e que não vale a pena manter.

Não existe uma lista de regras standard para identificar estes clientes, que possa ser seguida por todas as empresas sem mais nenhum critério. Esta avaliação deve ser feita cuidadosamente, tem riscos e assenta na existência de uma relação win-win



Se esta não existe ou se a empresa sai a perder com determinado cliente, para quê continuar a investir nele? Às vezes, dizer "não" é o melhor negócio. Mas, genericamente, quais são esses clientes?

 
1 - Os que só fazem pedidos a que não pode atender.

Mesmo que o negócio até parecesse bom, só vai conseguir um cliente frustrado, dececionado, que vai falar mal da sua empresa. Não arrisque a sua reputação.


2 - Os que só o fazem perder tempo 

Se começa a repetir para si mesmo "este cliente é uma perda de tempo", possivelmente, é mesmo!


3 - Os pedinchas

Uma coisa é negociar um desconto, outra, é ter um oportunista à perna. Os clientes devem reconhecer e valorizar o trabalho da empresa, se não o fizerem, não o vão respeitar nem trazer benefícios.


4 - Os que o farão ficar dependente

Um grande negócio é sempre ótimo, mas é preciso cuidado! Se verificar que só vai ter tempo para esse cliente, não descure o risco. E se o cliente falir ou deixar de querer trabalhar consigo? Entretanto, já negligenciou todos os outros. Pondere os prós e os contras.


5 - Aqueles que sentir que não deve manter.
 
Às vezes, uma personalidade (muito) difícil pode ser suficiente para criar incompatibilidades, stressar o pessoal e passar má imagem a outros clientes... Confie nos seus instintos e veja se o investimento se justifica.