quarta-feira, 27 de junho de 2012

Criticar construtivamente

Toda a gente erra. E quando se trabalha em conjunto deve saber-se lidar com esse facto, bem como, saber que nem toda a gente vai concordar com o mesmo. Seja em relação a pessoas, seja em relação a ideias, é importante saber criticar e usar as críticas para melhorar. Falar mal só por falar sem sugerir uma alternativa ou acrescentar algo de construtivo não vale a pena. Ataques pessoais menos ainda. A forma como expõe a questão condiciona os resultados que obtém.



Por norma, as pessoas até sabem quando erraram e já e sentem constrangidas com o facto. Os líderes podem ter de falar com a pessoa sobre o assunto, mas dizer coisas brilhantes como "és um incompetente" não é profissional, não leva a lado nenhum, desmotiva e torna a pessoa nervosa, menos confiante e mais propensa a erros.

Para melhorar continuamente, devemos saber aceitar críticas e, também, saber criticar. Situação particularmente delicada no caso das chefias, cuja missão deve ser desenvolver as competências da equipa e, por isso, têm a responsabilidade de apontar o que está mal para que possa ser corrigido, mas também têm a responsabilidade de manter a equipa motivada. Como devem então proceder? 

1 - Ouça. Pode ter tirado ilações precipitadas e estar a ser injusto; 

2 - Centre-se nos factos, deixando de lado sentimentos e fatores pessoais; 

3 - Seja específico, a pessoa deve compreender exatamente o que está a ser criticado; 

4 - Seja direto: se tem receio de falar e vai tentar circundar o assunto, ser subtil e espera que a pessoa perceba (e corrija!) o que se passou, vá esperando... 

5 - Fale em privado e com calma. Dar raspanetes em público não transmite a mensagem. E vai dar uma péssima impressão de si ao resto da equipa; 

6 - Ofereça formação, quando o erro ou assunto criticado tem a ver com boa vontade mas falta de competências.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Construir um computador ou comprar um feito?

Dependendo do seu conhecimento em informática, normalmente sai mais barato comprar as peças e fazer a montagem, mas de nada adiantará este trabalho se não souber diferença entre uma boa peça e uma peça menos boa.

Montar o próprio computador traz outras vantagens, como deixá-lo exatamente conforme a sua necessidade (com mais memória, ou uma placa gráfica mais avançada). Para deixar a sua aquisição ainda mais barata, convém pesquisar nas diversas lojas online ou fornecedores de componentes informáticos. Tudo depende do objetivo que designará a função do computador a construir ou a comprar, e da paciência ou tempo para despender na construção do computador e na procura dos componentes que deseja adquirir.


 
Se é para construir aos poucos, vale mais guardar o dinheiro, estabelecer o valor necessário e perfazê-lo para comprar tudo na mesma altura: pelo mesmo preço, já conseguirá um computador melhor do que o que tinha em mente. Portanto, construir o próprio computador é bom mas é ainda melhor se comprar tudo na mesma altura, a fim de prevenir desequilíbrios. Um dos constrangimentos que pode existir em montar o nosso próprio computador é que, em princípio, será necessário adquirir software para o funcionamento do computador, logo, terá de obter licenças caso opte por sistema Microsoft Windows para sistema operativo.

Quando compramos um computador já feito, não temos total conhecimento dos componentes usados, mas não deverão existir incompatibilidades de hardware, existe uma garantia e um intermediário que trata das burocracias, caso surjam problemas. Outra vantagem de comprar, é que a maioria  dos computadores já trazem sistema operativo Microsoft Windows, Microsoft Office e outras aplicações úteis, a um preço (consideravelmente) mais reduzido do que quando compramos à parte.

Convém elucidar que devemos comparar o preço de custo final de um computador construído com um já assemblado de marca com características idênticas, a fim de evitar a possibilidade dos valores serem iguais, sem esquecer de considerar que o tempo despendido na construção de um computador acresce valor de conhecimento na máquina que idealizou para si.