segunda-feira, 16 de julho de 2012

19 Coisas em que pensar antes de lançar um novo produto

O lançamento de um novo produto ou serviço, tanto pode significar um importante salto qualitativo e quantitativo para uma empresa, como pode implicar perdas importantes de recursos financeiros e dispêndio de outros recursos, não monetários, associados ao seu desenvolvimento, comunicação ao mercado, venda e pós-venda.

Para evitar flops, reunimos 19 questões, cujas respostas poderão ajudar a decidir o melhor caminho e a considerar questões fundamentais, antes de se lançar no desenvolvimento do produto ou do serviço:

1 - Que objetivos é que o produto permitirá atingir?
2 - Melhora a qualidade do conjunto de ofertas da empresa?
3 - Diminui custos?
4 - Integra-se na linha da empresa?
5 - Qual poderá ser a potencial procura?
6 - Deverá ser numerosa?
7 - O produto/serviço tem potencial para ser líder de mercado?
8 - É possível vender o produto recorrendo aos canais de distribuição da empresa?
9 - É necessário arranjar mais recursos? (Se sim, a que custo? É fácil arranjar mão-de-obra qualificada?)
10 - Pode ser desenvolvido de modo competitivo?
11 - Quanto tempo é necessário para a concorrência imitar o produto?
12 - É tecnicamente viável?
13 - Quanto tempo é necessário para finalizar o produto e preparar a comercialização?
14 - É patenteável?
15 - Quanto custa o desenvolvimento?
16 - Quanto custa o lançamento?
17 - Qual é o ciclo de vida do produto / serviço?
18 - Quando se espera que comece a ser rentável?
19 - A empresa tem capacidade financeira para assegurar o lançamento?

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Are you talking to me?

Já todos ouvimos falar da Globalização, de como o mundo está mais pequeno, de como é mais fácil chegar a qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo, em tempo real.

No entanto, no que respeita à comunicação entre empresas e clientes e/ou potenciais clientes, a Globalização não é necessariamente uma vantagem. A verdade é que a extrema facilidade com que se pode comunicar é enganadora: as pessoas sentem-se constantemente "bombardeadas" por publicidade, o que leva a que esta seja ignorada e até, em alguns casos, estigmatizada, negativamente conotada. Por exemplo, todos recebemos SMS de empresas que não conhecemos, referentes a produtos que, muitas vezes, não nos interessam. 

 
O que naturalmente acontece, é que passamos a ignorar este tipo de mensagens, que sentimos serem dirigidas a uma massa de pessoas, não respeitando a nossa individualidade e que, por vezes, chegam até em horas bastante inconvenientes. O mesmo se aplica ao spam ou às dezenas de folhetos que nos enchem a caixa de correio e que vão para o lixo sem que sequer olhemos para eles.
 
Isto não significa que, como empresas, devemos parar de tentar comunicar o que somos, o que fazemos, ou que serviços / produtos disponibilizamos e como estes podem beneficiar quem usufrui dos mesmos. Apenas que esta comunicação deve ser feita seguindo determinados critérios, segmentando e não "disparando em todas as direções". Não devemos tentar chegar a toda a gente, em todo o lado. A comunicação deve ser dirigida a quem tenha, ou possa ter, interesse na mesma. Os resultados são uma comunicação mais eficaz, menos investimento e mais retorno.

Dentro do possível, tente dirigir-se a cada pessoa, a cada "membro" do seu target bem definido. Tente personalizar, considerando e respeitando cada pessoa na sua individualidade, num mundo em que o "normal" é fazer parte do global.