sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O que querem os clientes: 3 aspetos a considerar


 

Não desperdice o tempo dos clientes

Os clientes não estão interessados nos processos das empresas, nas limitações destas e muito menos nos desejos da empresas. O clientes adquirem produtos e serviços para satisfazer uma determinada necessidade e querem os seus objetivos cumpridos sem perdas de tempo, burocracias ou outras atividades redundantes.


Forneça os produtos e os serviços que os clientes querem

Os clientes são cada vez mais informados e conscientes das alternativas disponíveis no mercado. Não presuma que o produto ou serviço que desenvolveu é melhor e mais adequado que aquele que o cliente lhe solicita, nem incorra no erro de assumir que o cliente não sabe o que é melhor para ele. Ofereça possibilidades de customização, constitua ofertas modulares e seja flexível.


Forneça os produtos e os serviços que os clientes querem, onde os clientes querem

Não seja inflexível quanto a condições de entrega de produtos ou quanto a pontos de prestação de serviços. Crie soluções para os seus clientes e não os obrigue a deslocações, esperas em filas de atendimento, nem os submeta a scripts intermináveis de linhas de atendimento. Escute o seu cliente e disponibilize soluções que vão de encontro às necessidades deste.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Perca o medo de delegar!

Um dos fatores de sucesso empresarial assenta na capacidade que os líderes têm, ou não, de delegar tarefas. E isto acaba por ser relativamente lógico. Se o fator diferenciador das empresas é composto pelas pessoas, pessoas mais autónomas, mais produtivas e mais motivadas (sim, porque a delegação é reconhecimento e o reconhecimento por um bom trabalho é uma das formas mais eficazes de motivar), traduzem-se numa melhor performance empresarial.


Contudo, apesar de conhecer este facto, a maioria dos gestores tem medo de delegar. Acaba por não o fazer por medo. De errar, de parecer incompetente, de ser superado por alguém da sua própria equipa, de ser responsabilizado por um erro de outra pessoa... E perde com isso. Acaba por não administrar o tempo tão bem como podia, de impedir o desenvolvimento das pessoas (tanto do liderado como de si mesmo) e, consequentemente, da própria empresa.

Os medos podem e devem ser vencidos, incluindo o medo de errar. Toda a gente (que faz alguma coisa!) erra. Comece devagar, faça uma lista do que pode delegar, defina os tempos de conclusão do projeto, passe bem a mensagem do que quer que seja feito, mas não tenha influência no como. Vai ganhar tempo e uma equipa mais motivada. Claro que isto implica assumir um risco. No entanto, quem não delega é porque não confia na própria liderança, é porque assume que algo vai falhar. E um líder que açambarca tudo não é um líder, é um chefe. E destes, as empresas já não precisam. 

Hoje em dia, um dos fatores mais importantes para o crescimento das organizações é a DELEGAÇÃO. Experimente. Vai notar a diferença. E a empresa também.